Primeiro single de “Mãe África” chega às plataformas no dia 13 de julho e marca nova fase do artista conhecido como o “Rei do Sambasoul”

Quando o samba encontra o soul, a ancestralidade dialoga com a modernidade. É nessa combinação que o cantor, compositor e escritor Wesley Nóog inicia um novo capítulo de sua trajetória ao lançar, no próximo dia 13 de julho, o single “Meu Samba”, primeira prévia do álbum “Mãe África”, oitavo trabalho de estúdio do artista. Gravado no Rio de Janeiro com a participação de músicos renomados, como Rildo Hora e Mauro Diniz, o projeto reafirma a identidade musical que transformou Wesley em uma das principais referências do Sambasoul brasileiro.

Conhecido como o “Rei do Sambasoul”, título recebido do jornalista Gilberto Dimenstein, Wesley explica que “Meu Samba” nasceu como uma reflexão sobre a liberdade criativa do gênero e sua constante capacidade de renovação. Inspirada na célebre frase de Nelson Sargento — “O samba agoniza, mas não morre” —, a composição propõe um diálogo entre tradição e contemporaneidade, preservando as raízes do samba enquanto incorpora influências do soul e do funk norte-americano, características marcantes da obra do artista.

Novo ciclo

O lançamento abre caminho para “Mãe África”, projeto que Wesley Nóog considera o trabalho mais maduro de sua carreira. Gravado no Rio de Janeiro, o álbum aposta em arranjos sofisticados e reúne músicos de destaque da cena nacional para celebrar as raízes afro-brasileiras sem abrir mão de uma sonoridade contemporânea. A proposta é apresentar um repertório que valoriza a ancestralidade ao mesmo tempo em que amplia os horizontes da música popular brasileira.

Com duas décadas de carreira, Wesley Nóog acumula apresentações pelo Brasil, Europa e Estados Unidos, além de parcerias e shows ao lado de nomes como Seu Jorge, Zeca Baleiro, Jair Rodrigues, Chico César, Nando Reis e Olodum. Em sua discografia, destacam-se álbuns como “Mameluco Afro Brasileiro”, que ultrapassou 1 milhão de downloads autorizados, além de “Sou Assim”, “Reinício” e “O Samba é da Gente”, projeto independente que alcançou mais de 3 milhões de pessoas. Paulistano e radicado no Cosme Velho, no Rio de Janeiro, o artista inicia uma nova fase com lançamentos mensais e promete consolidar, em “Mãe África”, uma obra que celebra a inovação, a identidade negra e a permanente evolução do samba.

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Produção: Conecta Assessoria Estratégica

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